Laos

A vida anda lentamente no Laos. O comércio abre as portas tarde, muitas vezes depois do meio dia. Motoristas de túk túk (motocicleta com cabine acoplada para passageiros) dormem durante o expediente e um percurso de 100 quilômetros custa quatro horas ao motorista de ônibus. Enquanto a Tailândia representa a síntese de festa e curtição, no Laos tudo é feito com paciência, na maior tradição budista, neste pequeno país que exibe com orgulho suas tradições comunistas com bandeiras vermelhas destacando a foice e o martelo. Ex-colônia francesa, o reino do Laos também entrou na guerra do Vietnã indiretamente, com bombardeios secretos dos Estados Unidos.

O governo comunista fechou a nação ao mundo e faz menos de duas décadas que os turistas começaram a redescobrir seus tesouros. O destino ainda representa mais aventura do que turismo, mas começa a chamar a atenção dos viajantes mais descolados. Em 1990, pouco mais de 14 mil pessoas encararam uma viagem ao Laos. Hoje, superam 1,1 milhão, atraídos pelos bistrôs e as construções coloniais de Luang Prabang ou os diversos templos da simpática capital Vientiane.

Luang Prabang Essencial


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