Marrocos – The Luxury Travel Book


Dia 1 – Brasil – Casablanca
Em horário oportuno, aéreo com destino a Casablanca. Pernoite a bordo.

Dia 2 – Casablanca – Rabat
Chegada em Casablanca. Chegada ao aeroporto de Casablanca, Mohamed V. Boas vindas, assistência e traslado para o hotel em Casablanca. Após check in visita à Casablanca, capital financeira de Marrocos: a magnífica Mesquita Hassan II, Praças Mohamed V e Nações Unidas, o mercado central, Habbous Quarter (Medina de Casablanca) e a área residencial de Anfa. Caminhada pela praia Aïn Diab. Almoço livre (não incluso). Acomodação, jantar (não incluso) e pernoite.

Dia 3 – Casablanca – Rabat
Café da manhã. Saída para Rabat: visita à capital administrativa de Marrocos com atrações como a Torre Hassan, o singular Mausoléu Mohamed V, Kasbah dos Oudaias e a Medina. Acomodação no hotel, almoço e jantar(não inclusos) e pernoite.

Dia 4 – Rabat – Volubilis – Meknes – Fez
Café da manhã. Após café da manhã, saída para Fez onde haverá a visita às Ruínas Romanas de Volubilis e a cidade sagrada de Moulay Idriss. Continuação para Meknès. Almoço livre. Visita à cidade formalmente conhecida como a Versailles Marroquina. A visita aos pontos turísticos de Meknès inclui: Bab Mansour, a porta para a cidade imperial e portão mais preservado de Marrocos, Hari Souani e a Medina. Chegada em Fez. Acomodação. Almoço e jantar (não inclusos). Pernoite.

Dia 5 – Fez
Café da manhã. Após café da manhã, saída para tour de dia inteiro pelos pontos turísticos de Fez: visita à Medina medieval, às medersas, à mesquita Karaouine e à famosa fonte Nejjarine. Almoço livre (não incluso). Continuação da visita pela Medina. Retorno para o hotel, jantar (não incluso) e pernoite.

Dia 6 – Fez – Midelt – Erfoud – Merzouga
Café da manhã. Após o café da manhã, saída para Midlet via Azrou. Almoço livre (não incluso). Continuidade da viagem por Midelt, rio Ziz e uma série de vilarejos fortificados. Chegada a Erfoud e acomodação no hotel, jantar (não incluso) e pernoite. Tour de 4×4 às dunas Merzouga. Acampamento nas dunas de Merzouga.

Dia 7 – Merzouga – Tinghir – Todra Gorges – Ouarzazate
Café da manhã. Após café da manhã, saída para Tineghir via Rissani. Visita às ruínas de Ksar Abbad e caminho de Tinjdad, chegada a Todra Georges. Almoço livre (não incluso). Continuidade para Ouarzazate via El Kelãa M’gouna e o vale Dades. Chegada a Ouarzazate. Acomodação, jantar (não incluso) e pernoite.

Dia 8 – Ouarzazate – Ait Benhadiu – Marrakech
Café da manhã. Pela manhã, tour panorâmico por Ouarzazate incluindo as Kasbahs Tifoultout e Taourirt. Almoço livre (não incluso). Depois do almoço, saída para Marrakech. Chegada, acomodação no hotel, jantar (não incluso) e pernoite.

Dia 9 – Marrakech
Após café da manhã, tour de dia inteiro em Marrakech: as tumbas Saadianas, a Mesquita Koutoubia, o palácio Bahia e os jardins Menara. Retorno para o hotel para o almoço (não incluso). No período da tarde, visita aos mercados tradicionais (souks), às sinuosas e estreitas ruas e à praça Djemaã El Fna. Retorno ao hotel, jantar (não incluso) e pernoite.

Dia 10 – Marrakech
Café da manhã. Pela manhã, visitaremos o Jardim de Majorelle. O Jardim Majorelle é um jardim botânico inspirado nos jardins islâmicos situado no centro de Marraquexe, Marrocos, onde também funciona um museu da cultura berbere. Em 1919, o pintor francês Jacques Majorelle, filho do célebre ebanista e designer art nouveau Louis Majorelle, de Nancy, instalou-se na almedina de Marraquexe, durante o Protetorado Francês em Marrocos. Em 1922 comprou um palmeiral A noroeste da almedina, onde manda construir em 1931 a sua vivenda de estilo mourisco e art déco, desenhada pelo arquiteto Paul Sinoir. A arquitetura do edifício, inspirado na obra de Le Corbusier, é de uma modernidade extraordinária. O pintor instalou a sua residência principal no primeiro andar e transforma o rés de chão num imenso atelier para ali pintar as suas enormes telas.Apaixonado por botânica, Majorelle criou o seu jardim inspirado nos jardins islâmicos, com a luxúria dum jardim tropical, em volta da casa, que alguns descrevem como “um jardim impressionista” ou “uma catedral de formas e de cores”. O jardim é estruturado em volta de um tanque central, com diversos ambientes variados, onde centenas de pássaros fazem os seus ninhos. O jardim é uma obra viva em movimento, composta por plantas exóticas e de espécies raras que o pintor trouxe das suas viagens no mundo inteiro: catos, yuccas, nenúfares, lótus, jasmins, buganvílias, palmeiras, coqueiros, bananeiras, alfarrobeiras, agaves, ciprestes, etc. Há também uma alameda de aloés e duas matas de bambus, nas partes sul e oeste, junto ao muro exterior. É decorado com fontes, lagos, jatos de água, vasos em cerâmica, alamedas, pérgulas, etc.

Em 1937 o artista criou o “azul Majorelle”, um azul ultramar/cobalto simultaneamente intenso e claro, com que ele pinta as paredes da sua vivenda, e depois todo o jardim, para fazer um quadro vivo que abre ao público em 1947. Depois de ter sofrido um acidente de automóvel, Majorelle foi viver para Paris, onde morreu em 1962. O jardim ficou ao abandono durante vários anos.Yves Saint Laurent e Pierre Bergé descobriram o Jardim Majorelle em 1966, durante a primeira estadia em Marraquexe: «fomos seduzidos por aquele oásis onde as cores de Matisse se misturam com as da natureza?». Os dois compraram o jardim em 1980, para o salvarem de um projeto de um complexo hoteleiro que previa a sua desparição; seria a terceira aquisição do casal na cidade de Marraquexe.Os novos proprietários decidiram habitar na vivenda do artista, que rebatizaram Villa Oásis, e empreenderam importantes trabalhos de restauração do jardim para «fazerem do Jardim Majorelle o jardim mais belo, aquele que Jacques Majorelle tinha pensado, planeado.» O atelier do pintura foi transformado num museu berbere aberto ao público, no qual está exposta a coleção de arte de Yves Saint Laurent e de Pierre Bergé.

As cinzas de Yves Saint Laurent, morto em junho de 2008 foram dispersadas no roseiral da Villa Oásis e no jardim há um memorial composto por uma coluna romana trazida de Tânger, sobre uma base onde há uma placa com o seu nome. Em novermbro de 2010, a princesa Lalla Salma, esposa do rei Maomé VI de Marrocos, inaugurou a exposição “Yves Saint Laurent e Marrocos”, ao mesmo tempo que foi dado o nome do do criador de modo a uma rua. Em dezembro de 2011 foi inaugurado o “museu berbere” no rés de chão da vivenda, com a presença do ministro da cultura francês, Frédéric Mitterrand, e a casa onde viveu Saint Laurent foi classificada como Maison des Illustres.
Retorno ao hotel para almoço (não incluso)
Tarde livre para atividades pessoais. Consultar dicas.

TOUR OPCIONAL: Ourika Valley – O rio Ourika ou Oued Ourika é um rio de Marrocos que nasce no Alto Atlas, na parte oriental do maciço do Toubkal, dentro do Parque Nacional do Toubkal. O seu trecho mais famoso é o Vale de Ourika, um dos locais de maior beleza natural nos arredores de Marraquexe, situado a poucas dezenas quilômetros a sudeste daquela cidade.

O vale do Ourika, que se estende ao longo da parte exterior do zona nordeste do Parque Nacional do Toubkal e até cerca de 30 km a leste de Marraquexe, é um dos lugares de maior beleza natural e etnográfica da zona de Marrakech. É habitado essencialmente por berberes que, apesar da proximidade da grande cidade, preservam muito do seu modo de vida ancestral.

Dia 11 – Marrakech – Brasil
Depois do café-da-manhã, traslado de saída para o aeroporto de Marrakech, Menara, para o voo de retorno. Assistência para os processos de embarque.

INCLUI
– Passagem aérea em classe econômica Saindo de GRU voando ROYAL AIR MARROC
– 8 noites de hospedagem com café da manhã nos hotéis selecionados ou similares (consultar valores de suplementos para jantares)
– 1 noite de hospedagem com meia pensão em Merzouga
– Ônibus de 40 lugares e motorista experiente durante o tour
– Guia em espanhol durante os tours (idoma português sujeito a disponibilidade)
– Entradas aos monumentos e visita externa a Mesquita Hassan 2 em Casablanca
– Entradas ao Jardins de Majorelle em Marrakech
– Assistência
– Roundtrip transfer em Land Cruisers 4X4 (Erfoud/Merzouga/Erfoud) (4X4 = 5 pax max)
– Passeio de camelo no deserto (uma hora ao pôr do sol nas dunas de Merzouga)
– Taxas locais
– Assistência de Viagem GTA Euro Max Assist
– Kit de Viagem Esmeralda (Capa de Voucher, Necessaire luxo, Tag de Mala, Capa de Passaporte e Diário de Viagem personalizado)

HOTÉIS PREVISTOS OU SIMILARES
Sofitel Tour Blanche
La Tour Hassan
Sahrai
Merzouga
Berbere Palace
Sofitel Lounge

NÃO INCLUI
– Bebidas, Comidas e Excurssões não mencionadas
– Gorjetas, ligações telefônicas, frigobar, etc
– Qualquer item não mencionado como incluso

Para maiores informações, consulte nossos atendentes.
À VISTA
ENTRADA DE 25% + SALDO EM ATÉ 5X SEM JUROS NOS CARTÕES (MASTER/VISA/DINERS)

Todos os preços publicados devem ser previamente consultados, pois estão sujeitos à disponibilidade e alteração sem aviso prévio. Os preços são de referência e POR PESSOA em moeda estrangeira e devem ser convertidos para R$ conforme câmbio do dia e estão sujeitos à variação cambial. Somente a confirmação da reserva garante a tarifa e disponibilidade.

Marrocos
• Código de área: +212
• Telefone: Há telefones públicos nos centros das cidades, mas os tele quiosques são também bastante usados. O prefixo internacional é +212, porém o preço das chamadas é relativamente caro.Números úteis: Polícia: 19; Bombeiros: 15; Serviço de Emergência das Auto-estradas: 177; Informação: 160; Informação Internacional: 120; Telegramas e telefones: 140; Intercidades: 100.
• Fuso horário: 4h (horário de Brasília)
• Localização: África
• Moeda: Dirham marroquino (MAD)
Obs: Pode-se levar dólar ou euro. O Euro, que é aceito para pagamento em muitos hotéis e riads, é a melhor moeda para se cambiar. Nas fronteiras de Ceuta e Tanger há vários guichês para trocar dinheiro, com taxas normalmente boas, e os bancos são sempre uma boa opção. Os cartões Electron funcionam perfeitamente para sacar dinheiro nos caixas automáticos que, exceto em localizações mais remotas, não faltam por todo o lado. Pagar com cartão é que por vezes não é possível ou não vale a pena, uma vez que é mais ou menos usual cobrarem a famosa taxa extra.
• Clima: As estações do ano em Marrocos acompanham muito as estações européias (com exceção do sul de Marrocos que já tem um clima mais desértico). Não é á toa que chamam o Marrocos de um país frio com sol quente, pois as temperaturas podem variar drasticamente da noite para o dia, dependendo da estação e do ano. No verão as praias são quentes e lotadas, e no lado do Atlântico o céu fica encoberto com frequência. A Costa é temperada o ano inteiro, mas os balneários tem períodos frios. O meses de verão são excelentes para visitar as montanhas do Alto e Médio Atlas, mas cidades como Fez e Marrakech podem ficar insuportavelmente quentes. A melhor época para visitar o Sul e a região do Saara é no inverno, de Outubro a Fevereiro, já que no verão a temperatura pode atingir mais de 45º. Para uma viagem por todo o Marrocos, as melhores épocas são de março a maio e em setembro e outubro, quando o clima é mais fresco e há menos chance de chuva.
•  As temperaturas médias durante o período da viagem vão variar em mínima de 7º e máxima de 25º, sem previsão de chuvas.
• Visto: Não é necessário.
• Imigração: Documentos necessários são: passaporte com validade de pelo menos seis meses na data de embarque.  Comprovante de estadia (reserva de hotel ou passagem de volta) e comprovante de dinheiro para despesas podem ser solicitados.
• Vacinas: Febre Amarela, tétano, pólio e malária – são recomendáveis, mas não obrigatórias.
• Roupas recomendáveis: Em Marrakech, o código de vestimenta é mais tranquilo, mulheres devem evitar o usar decotes profundos, regatas sem mangas em lugares como Madrassas e mesquitas, deve ter sempre uma pashmina (xales, lenços) em mãos, caso precise se cobrir para entrar em algum templo religioso. Os homens devem evitar bermudas nestes mesmos lugares, nos demais ambientes, como bares, restaurantes, souk´s e ambientes abertos, o código de vestimenta é mais descontraído. Sempre verifiquem o Dress Code para dos restaurantes dos hotéis e Riad´s que forem. Já em Fés por ser o centro religioso do país, na Medina, deve evitar roupas muitos casuais, por ser uma cidade muito tradicional. Nos demais ambientes (restaurantes e hotel, pode utilizar roupas descontraídas e confortáveis).